Autora Francisca Barros. Data da publicação 18 de Julho.

“Não consigo!” ; ‘Não sei fazer isso!” ; “Não sou capaz!” ; “Desisto, não vale a pena tentar mais!” 

De certeza que todos já dissemos isso, ou pelo menos tivemos estes pensamentos por falta de motivação e/ou autoconfiança. Eu própria já passei por isto. Contudo, consegui ser forte o suficiente para superar estas barreiras mentais (que não são nada mais do que isso – entraves que colocamos a nós próprios). 

A Síndrome do Impostor é um fenómeno psicológico, onde a pessoa atingida sofre de uma incapacidade ilusória imposta por si mesma, fazendo-a subestimar as suas capacidades e chegando mesmo a considerar-se  inferior aos restantes indivíduos, pode ser acompanhada de sintomas de ansiedade, depressão e stress

O interessante deste fenómeno é a sua principal incidência. Estudos apontam que os indivíduos em ambientes novos e desconhecidos, situações académicas, ambiente de trabalho, interações sociais e em relacionamentos são os mais propícios a sentirem-se afetados pela Síndrome do Impostor. 

Francisca Barros atleta de crossfit

“Mas então porque raio estás a falar de fenómenos psicológicos? Isto não era um artigo sobre Crossfit?” 

Sim, e está tudo relacionado!

Entrar numa nova aventura – neste caso, começar a praticar Crossfit, uma modalidade totalmente nova para muitos – pode desencadear este ciclo vicioso de auto-sabotagem. 

Ninguém nasce ensinado, e ver os restantes participantes do WOD a conseguirem fazer os movimentos que, para um iniciante, são complexos – Double Unders, Pull Ups, ou um simples Deadlift – faz com que muitos pensem em desistir, e sejam (infelizmente) afetados por este fenómeno. 

A persistência é o que nos vai tornar mais fortes. 

Demorei a conseguir fazer a minha primeira Pull Up, e ainda tenho dificuldades com os Double Unders (por ser demasiado descoordenada, mas isso é outra história). Enquanto não era capaz, muitas foram as vezes em que me sabotei. Mas parei de tentar? Não! Tentei, falhei muitas vezes, mas voltava sempre a tentar até ver o mínimo progresso e perceber que estava num bom caminho. 

Querer sempre superar-me, e provar a mim mesma que, eventualmente, um dia ia conseguir foi o que me motivou a continuar a tentar e a quebrar este ciclo infinito. (e também o ‘castigo’ do coach para quem diz “não consigo”/”não sou capaz”… burpees!!) 

Aqui o lema é simples, e demasiado óbvio – Falhar, falhar, falhar, … até acertar! 

Lê o artigo anterior da nossa co-writer Kika (clica aqui)!


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